Armando Monteiro Neto
Comendador

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Armando Monteiro Neto

Filho de Maria do Carmo e Armando de Queiroz Monteiro, Armando Monteiro Neto é deputado federal e presidente da Confederação Nacional da Industria (CNI). Cumpre o terceiro mandato, tendo participado das Comissões permanentes de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio, Economia, Indústria, Comércio e Turismo, Finanças e Tributação e da Comissões Especiais sobre a ALCA - Área de Livre Comércio das Américas; Amenizar Tributação Cumulativa; Crise Econômico-Financeira - Sistema Financeiro de Mercado; PEC nº 41/03, Reforma Tributária; PEC nº 53/99, Sistema Financeiro; PEC nº 57/99: Fundo Nacional Desenvolvimento Semi-Árido; PEC nº 76-A/99, Recursos Ciência e Tecnologia; PEC nº 136/99, Inativos; PEC nº 175/95, Altera o Capítulo do Sistema Tributário Nacional; PEC nº 228/04, Reforma Tributária; PEC nº 277/00; PEC nº 407/01, Prorrogação da CPMF; PEC nº 472-D/97, Regulamentação Medidas Provisórias; PEC nº 474/01, Imposto Único Federal; PEC nº 031/07- Reforma Tributária; PL nº 2.546/03, Parceria Público-Privada; PL nº 3.476/04, Lei das Inovações; PLP 01/07, Limite de Despesa com Pessoal; PLP nº 123/04, Microempresa; PLP nº 18/99, Responsabilidade Fiscal: Titular e Suplente; PLP nº 76/03, SUDENE; Projeto em Trâmite Sistema Financeiro Nacional; e das Comissões Externas sobre Enchentes em Recife; Pirataria de Produtos Industrializados.

Exerceu e exerce diversas funções representativas, tendo sido diretor-presidente do SIMMEPE, diretor regional da ABIMAQ, Presidente da FIEPE, Diretor do SENAI, e presidente da CNI

Foi condecorado com as medalhas Conselheiro João Alfredo Corrêa de Oliveira, TRT, 1994; Ordens do Mérito Judiciário do Trabalho, Comendador, TST, Brasília, DF, 1995; do Mérito Judiciário Desembargador Joaquim Nunes Machado, Ouro, TJ, PE, Recife, 1995; do Mérito Prevencionista, Grande-Oficial, Agência Brasil de Segurança, Recife, PE, 1998; Outras Condecorações: Sócio Benemérito, Associação Comercial e Industrial de Garanhuns, PE, 1997; Sócio Benemérito, Associação Comercial e Industrial e Agropecuária, Quipapá, PE, 1997.

 

Pronunciamento do deputado federal Armando Monteiro Neto, presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI) por ocasião da entrega das comendas da ‘Ordem do Mérito Manoel Antônio de Moraes Rego’


Senhoras e Senhores,

Sinto-me extremamente honrado pelo convite para estar aqui entre tão ilustres personalidades hoje homenageadas pelo Clube de Engenharia de Pernambuco com a comenda da recém instituída Ordem do Mérito Manoel Antônio de Moraes Rego.
Celebro igualmente os 90 anos de existência de tão prestigiado Clube, cuja história tem como marca a inovação. Inovação no olhar, na percepção e na antevisão da real e indispensável importância que desde muito cedo teve o engenheiro para o processo de desenvolvimento de Pernambuco e do Brasil.

E nada é mais apropriado do que atribuir à Ordem do Mérito hoje instituída o nome de um daqueles idealistas que lutaram desde sempre para superar as dificuldades que então se apresentavam ao País.

Ao evocar a figura de Moraes Rego - primeiro presidente e um dos idealizadores desta instituição a nova comenda coloca em evidência o descortino e a persistência de homens que, ao afirmarem a importância da profissão de engenheiro, nos primórdios do século passado, conseguiram reverter a errônea decisão de extinguir a Escola de Engenharia que existia em nosso Estado. Decisão que colocava Pernambuco na contramão do futuro.

Senhoras e Senhores,

Certamente, os membros do Clube de Engenharia de Pernambuco sempre à altura dos ideais de progresso dos seus fundadores - compartilham a convicção sempre manifestada pela CNI de que mais do que nunca o Brasil necessita de engenheiros. Profissionais capazes de atuar para consolidar a posição do nosso País entre os players globais.

Os países que vêm logrando crescer e conquistar mercados no mundo são, invariavelmente, aqueles que mais investem no incremento de sua capacidade tecnológica e inovadora. O contexto mundial traz novos desafios, oportunidades e riscos.
Se, para os países centrais, isso possibilita redução de custos em suas inovações, para as nações em desenvolvimento significa a oportunidade inédita de internalizar conhecimento de ponta e ampliar a própria capacidade de desenvolver novos produtos e processos que agreguem maior competitividade e a propostas que visam,. em última análise, massificar a educação de qualidade, como único caminho para criar não só um caldo de cultura que favoreça a inovação, a competitividade e a geração de riqueza, mas também inclusão social e melhoria de distribuição de renda, com o decorrente aumento do mercado interno. Processo que gerará um círculo virtuoso de desenvolvimento econômico e social.

Senhoras e Senhores,

Ainda que rápida e superficialmente, fiz questão de anotar preocupações que sei são também constantes na vida e na atuação do Clube de Engenharia de Pernambuco. Pretendi, assim, expressar a relevância que esta entidade tem e continuará tendo não só para o nosso Estado, como para todo o Brasil.

Agradeço uma vez mais a todos os diretores e conselheiros, em especial ao presidente Alexandre Santos, pela oportunidade de aqui estar e pela honraria recebida, formulando votos de que os próximos 90 anos do Clube sejam ainda mais profícuos do que os 90 anos que hoje comemoramos.

 
Armando Monteiro Neto  
 
 
 

 

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